Curadoria Inteligente
30/01/2026 | 2 min leitura

Metade da população mundial enfrentará calor extremo em 2050, aponta estudo

Estudo revela que 3,8 bilhões de pessoas enfrentarão calor extremo em 2050 se o aquecimento global atingir 2ºC.

Metade da população mundial enfrentará calor extremo em 2050, aponta estudo

Calor extremo ameaça metade da população global até 2050

Um estudo recente da Universidade de Oxford, publicado na revista Nature Sustainability, indica que cerca de 3,8 bilhões de pessoas, correspondendo à metade da população mundial, viverão sob calor extremo em 2050. Essa situação ocorrerá se a temperatura média global ultrapassar 2 graus Celsius (ºC) acima dos níveis pré-industriais.

O estudo aponta que, caso esse cenário se concretize, países como Brasil, Laos, Nigéria, Sudão do Sul e República Centro-Africana experimentarão aumentos perigosos e substanciais em suas temperaturas.

Além disso, nações densamente povoadas como Índia, Nigéria, Indonésia, Bangladesh, Paquistão e Filipinas também serão significativamente impactadas pelo aquecimento global.

Os pesquisadores alertam que essas regiões não estão devidamente preparadas para lidar com tal nível de calor, o que forçará muitos residentes a buscarem soluções como aparelhos de ar-condicionado nos próximos cinco anos.

Em países com climas mais frios, como Finlândia, Rússia e Canadá, haverá um aumento considerável na ocorrência de dias de calor intenso, representando uma mudança relativa expressiva.

O estudo também destaca que, mesmo um pequeno aumento na temperatura nessas áreas, terá um impacto severo, uma vez que suas infraestruturas são projetadas para lidar com baixas temperaturas.

Radhika Khosla, uma das líderes da pesquisa de Oxford, enfatiza que "nossas descobertas devem servir como um alerta. Ultrapassar o limite de 1,5ºC de aquecimento terá um impacto sem precedentes em diversas áreas, desde a educação até a saúde, da migração à agricultura".

Khosla defende que a única solução para a humanidade é promover o desenvolvimento sustentável com "emissões líquidas zero" para reverter a tendência de aumento das temperaturas.

*Informações da Agência Brasil.

Original em RCN 67

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