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24/01/2026 | 1 min leitura

Eleições de 2026: entre o local e o universal, um termômetro da democracia

Artigo de Bosco Martins analisa as eleições de 2026, com foco na resistência democrática e no contexto global instável.

Eleições de 2026: entre o local e o universal, um termômetro da democracia

“Canta tua aldeia e serás universal”, ensinou Tolstói, frase que ilumina as eleições de 2026. Estas devem ser pautadas por propostas e compromissos públicos, em vez da radicalização do discurso político.

Em Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel buscará a reeleição, enquanto Lula tentará um novo mandato no plano nacional. A disputa transcende a política local, conectando-se a um cenário internacional instável.

O próximo ciclo eleitoral testará a resiliência das democracias. No Brasil e no mundo, extremistas ganham força, impulsionados pela desinformação digital e pelo enfraquecimento do debate público. Nos EUA, o possível retorno de Trump apoia agendas ultraconservadoras, principalmente na Europa.

As eleições de 2026 em vários países medirão esse embate, marcado por tensão institucional e questionamentos democráticos. Em outubro, o Brasil estará no centro das atenções.

Cantar a própria aldeia, com responsabilidade, diálogo e compromisso democrático, é o melhor caminho para enfrentar um mundo em ebulição.

*Bosco Martins é jornalista e escritor.

Original em RCN 67

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