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05/01/2026 | 2 min leitura

Após ataque dos EUA e captura de Maduro, venezuelanos no exterior demonstram opiniões divididas

Ação militar dos EUA na Venezuela gera reações distintas entre venezuelanos no exterior, com protestos e comemorações em várias cidades.

Após ataque dos EUA e captura de Maduro, venezuelanos no exterior demonstram opiniões divididas

Reações Globais à Captura de Maduro Dividem Venezuelanos no Exterior

A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, em uma ação dos Estados Unidos, gerou reações divergentes entre os venezuelanos residentes em outros países. Manifestações de protesto e celebração ocorreram em diversas cidades da América Latina, Europa e nos Estados Unidos.

Além da detenção de Maduro, que enfrentará julgamento nos EUA por acusações de tráfico de drogas, o governo americano planeja administrar a Venezuela até que uma transição segura seja possível. O presidente Donald Trump anunciou que empresas dos EUA controlarão o setor petrolífero venezuelano, detentor das maiores reservas de petróleo e gás.

A Reuters informou que venezuelanos celebraram a ação dos EUA em Bogotá, Lima, Quito e Madri, enquanto protestos contra a intervenção militar ocorreram em outros lugares.

Na Cidade do México, grupos a favor e contra o ataque se reuniram em frente às embaixadas da Venezuela e dos EUA, com a polícia intervindo para evitar confrontos. Em Buenos Aires, movimentos sociais e venezuelanos contrários à ofensiva protestaram na embaixada americana, enquanto outro grupo celebrou a captura de Maduro no Obelisco.

Nos Estados Unidos, houve protestos contra a ação militar em São Francisco e Nova York, enquanto venezuelanos comemoraram a queda do presidente.

Dados da plataforma R4V indicam que cerca de 20% da população venezuelana deixou o país desde 2014, com a Colômbia abrigando 2,8 milhões de venezuelanos e o Peru, 1,7 milhão. A Espanha recebeu aproximadamente 400 mil migrantes venezuelanos.

Andrés Losada, vivendo na Espanha há três anos, expressou sentimentos contraditórios, preocupação com Caracas e esperança em meio à crise, vislumbrando um caminho para a liberdade do país.

Maria Fernanda Monsilva, no Equador, espera que Edmundo González assuma o poder, refletindo o desejo de muitos venezuelanos de retornar ao país.

Apesar das declarações dos EUA, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela determinou que a vice-presidente Delcy Rodríguez assuma a presidência interina.

Em Caracas, manifestantes protestaram contra a intervenção dos EUA, com José Hernandez denunciando a operação como criminosa e acusando os EUA de buscar recursos naturais de outros países.

Com informações da Agência Brasil

Original em Radio Caçula

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