Jovem Baleado em Três Lagoas Vai a Óbito
Kaique Oliveira da Silva, de 20 anos, que foi vítima de um disparo na cabeça na última quinta-feira, dia 22, veio a falecer nesta terça-feira. O incidente ocorreu em um apartamento situado em Três Lagoas.
O caso, ocorrido no Conjunto Habitacional Orestinho, continua sendo investigado pela Polícia Civil.
O jovem foi encontrado com um ferimento grave, resultante de um tiro na cabeça, e estava internado no Hospital Auxiliadora desde a tarde de quinta-feira, 22, quando o caso foi registrado pelas autoridades.
Kaique foi achado desacordado dentro de um apartamento no Condomínio Músico Rubens Cunha, no Conjunto Habitacional Orestinho, aproximadamente às 14h29. Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que encontrou o jovem em parada cardiorrespiratória, com um ferimento na lateral direita da cabeça, compatível com disparo de arma de fogo.
Devido à gravidade da situação, os socorristas realizaram manobras de reanimação e conseguiram restabelecer os sinais vitais. Após entubar a vítima, encaminharam-na ao hospital. Apesar dos esforços da equipe médica, o jovem não resistiu às complicações e seu falecimento foi confirmado nesta terça-feira.
A Polícia Militar foi acionada no dia do ocorrido e apurou que Kaique estava no apartamento com outro jovem antes do disparo. Segundo o relato, esse rapaz teria saído para comprar bebidas e, ao ouvir um barulho semelhante a um tiro, retornou ao local e encontrou a vítima caída perto da pia da cozinha, com muito sangue ao redor.
Testemunhas afirmaram que não havia nenhuma arma de fogo perto do corpo, e também não notaram a presença de outras pessoas no local no momento do ocorrido. Durante buscas no apartamento, a PM encontrou duas munições intactas de calibre .38, que estavam guardadas dentro de uma panela elétrica.
De acordo com informações, Kaique estava em Três Lagoas há cerca de três meses e era natural de Ribas do Rio Pardo. Moradores relataram que o jovem havia publicado mensagens com tom de despedida em redes sociais, o que será investigado pelas autoridades.
As testemunhas foram levadas à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC) para prestar depoimento. A Polícia Civil está investigando o caso para esclarecer as circunstâncias da morte, e até o momento, nenhuma linha de investigação foi descartada.