Curadoria Inteligente
02/02/2026 | 2 min leitura

Três Lagoas Inicia Aplicação de Nirsevimabe para Prevenir Bronquiolite em Bebês a Partir Desta Segunda-Feira

Três Lagoas inicia a aplicação do Nirsevimabe para prevenir a bronquiolite em bebês, visando proteger contra o VSR.

Três Lagoas Inicia Aplicação de Nirsevimabe para Prevenir Bronquiolite em Bebês a Partir Desta Segunda-Feira

A Prefeitura de Três Lagoas, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), anunciou o início da aplicação do Nirsevimabe no município a partir de 2 de fevereiro. O medicamento é indicado para a prevenção de infecções respiratórias graves causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em bebês.

A iniciativa faz parte da estratégia de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de fortalecer a proteção dos bebês, sobretudo durante o período de maior circulação de vírus respiratórios. O Nirsevimabe age como um anticorpo monoclonal, proporcionando proteção eficaz contra o VSR, um dos principais causadores de bronquiolite e hospitalizações em crianças pequenas.

PARA RECÉM-NASCIDOS

Em Três Lagoas, os recém-nascidos com menos de 37 semanas de gestação receberão atendimento diretamente no Hospital Auxiliadora. Caso o bebê apresente alguma comorbidade diagnosticada durante a internação, a aplicação do medicamento poderá ser realizada no próprio hospital.

PARA DEMAIS CRIANÇAS

Para os demais casos, o Nirsevimabe será aplicado nas unidades de saúde do município, mediante solicitação e aprovação do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE). Para crianças com comorbidades, a unidade de saúde encaminhará a solicitação ao CRIE, localizado em Campo Grande. Após a aprovação, o imunobiológico será enviado à unidade solicitante e aplicado na sala de vacinação, seguindo os critérios estabelecidos para crianças menores de dois anos.

QUAIS COMORBIDADES?

São consideradas comorbidades para fins de indicação do Nirsevimabe condições que elevam o risco de evolução para formas graves da infecção pelo VSR, como doenças pulmonares crônicas (ex: displasia broncopulmonar), cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica (incluindo insuficiência cardíaca e hipertensão pulmonar), doenças neurológicas ou neuromusculares que comprometam a respiração ou deglutição, síndromes genéticas associadas a maior vulnerabilidade respiratória, imunodeficiências primárias ou secundárias (incluindo crianças em tratamento oncológico, uso prolongado de imunossupressores ou transplantadas), além de doença renal crônica, doença hepática crônica, dependência de oxigênio, ventilação mecânica ou presença de traqueostomia.

Original em Radio Caçula

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