Curadoria Inteligente
29/01/2026 | 2 min leitura

Casos de chikungunya em Três Lagoas disparam no início de 2026, gerando alerta

Três Lagoas registra casos de chikungunya em 2026, com alerta para intensificar a prevenção devido ao aumento em relação aos anos anteriores.

Casos de chikungunya em Três Lagoas disparam no início de 2026, gerando alerta

Alerta em Três Lagoas: Casos de Chikungunya Registrados em 2026

O ano de 2026 iniciou com a confirmação de casos de chikungunya em Três Lagoas. Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, através do Setor de Endemias, três casos da doença já foram confirmados neste mês no município. Apesar do número ser relativamente baixo, o cenário serve como um aviso para a necessidade de reforçar as medidas preventivas.

O aumento nos casos acompanha uma tendência observada em outras áreas do país, influenciada pela epidemia ocorrida no Paraguai no final do ano anterior. A propagação inicialmente atingiu municípios da região Sul e, agora, chega ao Centro-Oeste, refletindo na situação local.

Os dados dos anos anteriores indicam um aumento considerável. Em 2024, Três Lagoas confirmou 34 casos de chikungunya. Em 2025, o total aumentou para 84 registros, mais que o dobro do período anterior. Em 2026, mesmo no início do ano, os primeiros casos reforçam a importância da vigilância constante.

O Setor de Endemias ressalta que o mosquito Aedes aegypti, transmissor da chikungunya, é o mesmo responsável pela dengue, o que torna as ações de combate ainda mais importantes. A eliminação do vetor contribui para a prevenção de ambas as arboviroses. Além disso, a chikungunya pode causar sintomas crônicos, como dores persistentes nas articulações, que podem afetar a qualidade de vida dos pacientes por longos períodos.

As equipes de saúde orientam a população a manter os quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, desobstruir calhas e descartar o lixo de forma adequada. Durante as inspeções, os focos mais comuns continuam sendo recipientes abandonados, lixo acumulado e locais com água parada.

A Secretaria de Saúde também enfatiza que qualquer sintoma suspeito, como febre alta, dores intensas nas articulações e manchas vermelhas na pele, deve ser comunicado imediatamente à unidade de saúde mais próxima. A identificação rápida dos casos é crucial para evitar a transmissão e impedir a progressão da doença no município.

Original em RCN 67

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